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As galáxias
Peguena Nuvem de Magalães    A Pequena Nuvem de Magalhães (SMC) pode ser vista durante praticamente todo o verão, à direita da constelação da hidra, ou ainda melhor, acima da sua estrela mais brilhante, (Achernar), indo para o zênite. Ela não é visível daqui de Vitória a olho nu, mas não precisamos ir muito longe para vê-la, já é possível observá-la em um lugar que não tenha poluição luminosa, próximo a ela temos um aglomerado globular extremamente bonito, chamado de 47 Tucano, quando observado parece que estamos vendo uma bolinha de algodão, daí algum tempo, então, percebemos que o objeto apresenta uma certa granulação, o que se evidência, pela presença de uma quantidade enorme de estrelas, podendo chegar a ordem milhões de estrelas, formando um núcleo bem definido e de simetria esférica e que sua densidade vai diminuindo à medida que se distância do centro do objeto.

Nuvem de magalhãesA Grande Nuvem de Magalhães (LMC) pode ser vista também durante o verão, mais ou menos no meio da linha que une Achernar e Canopus, alfa de carina, nela se destaca o complexo 30 dolrados, que trata-se da Nebulosa da Tarântula, um complexo de gigantes azuis, que torna a região cheia de nebulosidade pois são estrelas que vivem pouco tempo e de forma bastante inquieta e caótica, quando comparado com o nosso Sol.




M31- Galáxia de AndrômedaA Galáxia de Andrômeda pode ser vista na constelação de Andrômeda próximo à Pegasus, durante os meses de outubro, novembro e dezembro. Olhe para a direção norte, entre 10° a 15º de altitude para quem estiver no sudeste brasileiro.







Galáxia do Sombrero
A Galáxia do Sombrero (M104), situa-se entre a constelação do Corvo e a estrela mais brilhante de virgem, Spica. É uma galáxia com detalhes marcantes possui um halo bastante escuro em torno do bojo, o que se assemelha muito com um autêntico sombrero mexicano, esta galáxia ao contrário das outras não é visível a olho nu, mas é passível de observação com um telescópio modesto (100 mm de abertura) em lugar apropriado, isto é, longe da poluição luminosa.

ps: as imagens acima não são proporcionais. Créditos: ESO e STI

Texto: Fábio Bianchim

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